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6 de dezembro de 2013

Padre das paróquias de Golegã, Azinhaga e Pombalinho suspeito de pedofilia

Igreja está a averiguar e o pároco está dispensado de funções.

"Escuteira de 12 anos diz-se atacada em acampamento. Apesar de não ter havido na GNR qualquer queixa contra o pároco, o bispo tê-lo-á afastado com base em informações recebidas sobre ocorrências “menos correctas”, envolvendo jovens no decurso de um acampamento de membros do Corpo Nacional de Escutas."

A Diocese de Santarém iniciou um «processo canónico de averiguações a propósito de suspeitas» sobre o pároco, António Júlio Santos, 46 anos, das paróquias de Golegã, Azinhaga e Pombalinho, segundo um comunicado divulgado pelo vigário geral da diocese na Internet.

«É a preocupação pelo bem de todas as pessoas que preside a este processo», afirma o padre Aníbal Manuel Vieira, adiantando que «estão a ser cumpridas todas as normas canónicas que dizem respeito a estes casos».

Contactado pela Lusa, o vigário geral apenas adiantou que o processo ao padre das paróquias de Golegã, Azinhaga e Pombalinho «faz parte dos procedimentos normais quando há rumores», não tendo havido qualquer queixa formal junto da diocese.

Notícias surgidas em alguns órgãos de comunicação social referem «atos menos corretos» do pároco, alegadamente vítima de doença do «foro psíquico», e que terão envolvido jovens durante um acampamento de escuteiros.

«O sacerdote encontra-se dispensado de todos os seus encargos. Tal não implica um juízo sobre a sua pessoa, ou sobre os factos, mas favorece a averiguação da verdade», refere a nota da diocese.

Declarando-se «disponível para colaborar em tudo com as instâncias civis», a Diocese de Santarém afirma estar «em contacto com os familiares para dar todo o apoio necessário».

«A diocese deseja manifestar que está próxima dos jovens e suas famílias e de toda a comunidade. Compreende e partilha a perplexidade e tristeza de todos. Está determinada a colaborar para criar um ambiente sereno e seguro para todos», conclui.

A Conferência Episcopal Portuguesa divulgou, em abril de 2012, um conjunto de diretrizes para o tratamento de eventuais casos de abuso sexual de menores ocorridos na Igreja Católica, destacando a necessidade de colaboração com as autoridades civis.

Excertos de Noticia retirados de TVI24 e Correio da Manhã

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