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29 de abril de 2014

Comemorações dos 40 anos do 25 de Abril em Azinhaga (com fotos)



As comemorações dos 40 anos do 25 de Abril no concelho da Golegã centraram-se este ano na freguesia de Azinhaga. As comemorações tiveram início no dia 24 de Abril com o espetáculo musical "Agora ninguém mais cerra as portas que Abril abriu" realizado pela Banda Filarmónica de Azinhaga, Grupo Dramático da Chamusca e Associação Cultural Cantar Nosso, continuando noite dentro com a Banda de Rock de Intervenção "Nó" e Dj Cpt Stefan.

No dia 25 realizou-se uma homenagem prestada ao ex-presidente da Câmara da Golegã, Dr. José Veiga Maltez com o seu nome a ser dado ao largo fronteiro ao novo Centro Escolar de Azinhaga, agora designado Praceta Dr. José Veiga Maltez.

Veiga Maltez, que foi presidente da câmara eleito pelo PS mas já participou também em algumas ações organizadas pelo PSD, recusou a ideia de haver alguma aproximação a este último partido, em declarações ao Jornal O MIRANTE, José Veiga Maltez garante que é e continuará a ser um independente interessado em contribuir para a comunidade e melhoria das condições de vida das populações.

“Sou a pessoa melhor posicionada para frequentar todos os espaços políticos, nunca pertenci a nenhum partido e garanto que assim vou continuar. O meu partido é a Golegã e o seu concelho. No caso desta homenagem, penso que da parte do PSD houve uma elevação da cultura democrática. Ao longo dos dezasseis anos em que fui presidente da câmara, muitas vezes as nossas ideias não coincidiram, mas foram eles a quererem dar relevo à modernização e à qualificação que o concelho granjeou”, disse.

O dia ainda foi marcado pelo Hastear da Bandeira Nacional, Almoço Convívio, Jogos Tradicionais, jogo de Azinhaga Atlético Clube vs Escudo Zurique, Entrega de Prémios dos Jogos Florais, Pesca Desportiva e Concurso do Cartaz "40 Anos 25 de Abril 74" e ainda teve lugar a atuação do Rancho dos Campinos de Azinhaga.


15 de abril de 2014

Desastre de Azinhaga

A vinte e quatro de Abril
Um grande desastre se deu
Foi na Torre da Azinhaga
Que um aparelho bateu

Foi na aviação da Ota
Num aparelho de Tancos
Que subiu Fernando Gomes
E José Miranda de Campos

Oh! Maldita foi a hora
Que pensaram em voar
Deram-lhe trinta minutos
Para a morte vir buscar

Andou na Quinta dos Alamos
No aparelho baixinho
Deitou saudades ao pai
E também ao seu padrinho

Ao pé da Quinta da Brôa
O aparelho baixaram
A pegar com as raparigas
Perto d´elas acabaram

Ele vinha tão baixinho
Que até fazia impressão
A dizer adeus ao povo
Dentro da povoação

Já vinha perto do perigo
Ainda foi para levantar
Bateram rapidamente
Não se puderam salvar

Que choque tão violento
Até as colunas quebrou
A bandeira e a cruz
Tudo espalhado ficou

O aparelho espalhado
Até metia pavor
Bocados para cada lado
Na azinhaga foi um horror

Eram quatro menos dez
Quando na Torre bateu
Por causa do casamento
É que o desastre se deu

A prima escreveu ao Fernando
Uma carta para o convidar
Só se lá for de aparelho
Não te posso acompanhar

Foi um desastre horroroso
Só pode dizer quem viu
Distante da Torre a cem metros
O aparelho caiu

Maria Eliza de Sousa
Um grande susto apanhou
Ia o aparelho a arder
O cabelo lhe crestou

Foi um povo levantado
Só se ouviam ais e gritos
Em vêr ir em chamas
Dois corações aflitos

Todo o povo correu
Para o aparelho apagar
Deitaram agua e terra
Não os pudera salvar

José Miranda e Fernando
Onde vieram passear
Vinham com tanta alegria
Para tanta tristeza dar

Para a família dos rapazes
Foi um desgosto profundo
A vinte e quatro de Abril
A darem a despedida ao mundo

A autora destes versos foi Generosa de Jesus (analfabeta)
Azinhaga, 2 de Maio de 1940

Estes versos descrevem o acidente de viação resultante de um choque com a torre da Igreja Matriz de Azinhaga a 24 de Abril de 1940.
10 de abril de 2014

Mato de Miranda: Acidente na Estação leva coligação a exigir intervenções urgentes à REFER

Em meados do passado mês de Março, ocorreu infelizmente aquilo que muitos dos utilizadores da estação ferroviária de Mato de Miranda temiam como inevitável: uma passageira idosa, ao atravessar a passagem entre as duas plataformas, foi colhida por um comboio circulando a grande velocidade. A senhora encontrava-se já no cais mas ainda demasiado perto dos limites da plataforma, tendo sido arrastada pela deslocação de ar provocada pela grande velocidade do comboio. O acidente provocou-lhe graves ferimentos ao nível dos membros inferiores. Este foi o desfecho, que poderia ter sido pior, muito pior. Eventualmente fatal.

Estamos a falar de um comboio que se desloca a cerca de 160 km/h na sua passagem por esta estação...

Quando o grande projecto de modernização da Linha do Norte avançou, acreditou-se que todas estas situações de obsolescência de equipamentos e estruturas iriam ser ultrapassadas e que novas formas de prestar o serviço de transporte público ferroviário iriam ser facultadas às regiões mais afastadas do litoral e da capital. Contudo, essa realidade só se concretizou até à Estação de Santarém.

Se não podemos ter aquilo que existe já há anos em apeadeiros como os de Reguengo ou Santana-Cartaxo, pelo menos uma intervenção que vá um pouco além do que foi feito em Vale de Santarém.

Não nos parece que estejamos a pedir algo que não possa ser feito JÁ, e apesar da "contenção de custos" e "restrições orçamentais"...

Pedimos:
1 - A instalação de sistemas sonoros e visuais de alerta de circulação na via (semáforos, campainhas, etc.);
2 - A instalação de sistemas áudio de informação, nas duas plataformas, dando em tempo real informação sobre as condições de circulação (atrasos e chegadas à estação);
3 - A construção de uma passagem pedonal no extremo Norte das plataformas, com acesso rampeado, que permita o acesso total à plataforma Sul-Norte (à semelhança do que foi feito, por exemplo, no apeadeiro de Vale de Santarém);
4 - A pavimentação condigna da plataforma Sul-Norte, que normalmente apresenta piores condições durante o período das chuvas;
5 - A recuperação das instalações sanitárias da estação que, para além de completamente desadequadas aos dias de hoje, não são utilizáveis por utentes com dificuldades motoras;
6 - A reformulação do abrigo da plataforma Sul-Norte de modo a efectivamente garantir a protecção dos utentes às condições climatéricas.

Por isso apresentámos à Câmara Municipal da Golegã uma proposta para que esta exija junto da REFER e qualquer outra entidade competente uma intervenção com carácter de URGÊNCIA na estação ferroviária de Mato de Miranda. A fundamentação dessa proposta pode ser visualizada no vídeo partilhado abaixo.

- Proposta da Coligação PSD/CDS à Câmara Municipal da Golegã.

7 de abril de 2014

Recolha de sangue e medula óssea, dia 12 de abril na sede da Junta de Freguesia de Azinhaga

Azinhaga do Ribatejo, a terra natal de José Saramago, coloca mais um ponto no mapa de localidades solidárias com o movimento de dadores de sangue.

No próximo sábado, 12 de Abril, entre as 09h e as 13 h, a sede da Junta de Freguesia da Azinhaga, transforma-se em mais um centro improvisado do Instituto do Português do Sangue e da Transplantação, IP.

Podem dar sangue todas as pessoas saudáveis com mais de 18 anos e menos de 65 anos. Todos os candidatos a dadores serão sujeitos a um rastreio médico antes de efetuar a dádiva.

Na ocasião serão também aceites voluntários para dadores de medula óssea.

A Associação dos Dadores de Sangue de Torres Novas vai continuar esta campanha solidária com nova recolha no dia 16 de Abril (Quarta-feira, entre as 9h e as 13h, no Destacamento Territorial da Guarda Nacional Republicana em Torres Novas).

As recolhas são organizadas pela Associação, com a colaboração do Núcleo de Dadores de Sangue da Azinhaga do Ribatejo e do Destacamento Territorial da GNR em Torres Novas, e serão efetuadas por Brigadas do Centro do Sangue e da Transplantação de Lisboa do Instituto do Português do Sangue e da Transplantação IP.

“Dá Sangue Porque Há Sempre uma Vida à Tua Espera – Dar Sangue é Ajudar, é dar Esperança, é Salvar a Vida de Alguém – Haverá Gesto Mais Nobre do Que Salvar Uma Vida!”
3 de abril de 2014

Antiga Fábrica Santa Teresinha preocupa cada vez mais os moradores de Azinhaga

A antiga Fábrica Santa Teresinha, está a gerar mais uma vez uma onda de idignação por parte dos moradores de Azinhaga.

Segundo notícia hoje no jornal o Mirante refere que a moradora Renata Nunes não consegue estar em casa descansada com medo que a chaminé da antiga fábrica lhe caia em cima da casa onde recentemente começaram a cair bocados de tijolos e telhas da chaminé, que tem uma altura de mais de três andares. Vitor Guia, presidente da Junta de Azinhaga, reconhece que a situação representa perigo para os moradores. Rui Medinas, presidente da Câmara da Golegã, em declarações ao jornal o Mirante, refere que os técnicos concluiram que os edificios e a chaminé devem ser demolidos.

A Rua Santarena foi cortada ao trânsito como medida de precaução à mais de um mês mas isso não sossega os moradores. Rui Medinas garante que a chaminé não está em risco iminente de ruir mas admite que a situação é preocupante.

Notícia em o Mirante - http://www.omirante.pt/noticia.asp?idEdicao=54&id=71286&idSeccao=479&Action=noticia#.Uz2AUlea8YI

Recorde a notícia que colocamos no blogue a 16 de agosto de 2010 onde referia também preocupação com a fábrica - http://aazinhaga.blogspot.pt/2010/08/antiga-fabrica-do-bagaco-de-azinhaga.html