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21 de setembro de 2012

Poemas

Hoje começamos um novo tópico com o nome "Poemas" escritos pelas gentes de Azinhaga. Semanalmente todas as 6ª feiras será publicado um novo poema nesta página.
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Aldeia Mais Portuguesa do Ribatejo

Aldeia mais Portuguesa,
A beira tejo nascida,
Tens pintores e tens escritores,
Campinos e lavradores,
Pescadores ganhando a vida.    

Senhora da Piedade,
Não sei qual a tua idade,
Mas da Azinhaga és rainha,
A ti rezo um padre nosso,
Sempre que preciso e posso,
Ao entrar na capelinha,

Linda terra colorida,
Que dás vida á minha vida,
Que dás luz ao meu viver,
Quem me dera terra querida,
Que ao chagar ao fim da vida,
Em teus braços vir morrer,

Dentro de um barco eu vivi,
Pelo tejo fui embalada,
E hoje para lhe agradeçer,
Á noite o tejo vou ver,
Pra lhe dizer...obrigada.
Poema de Odete Lobo
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Veja mais poemas clique aqui

11 de setembro de 2012

Quatro Anos!


Faz hoje 4 anos que começamos a divulgar ao mundo histórias sobre a Azinhaga do Ribatejo e as suas gentes. Ao longo destes quatro anos prestamos especial atenção para a divulgação da cultura Azinhaguense, como:
  • As Festas:
    • Festa do Bodo; 
    • Feira de Maio;
  • As Colectividades:
    • Rancho dos Campinos de Azinhaga; 
    • Banda Filarmónica 1º de Dezembro Azinhaguense;
    • Espetáculos Teatrais; 
    • Futebol
  • O Património:
    • Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição;
    • Capela de São José;
    • Ermida de Nossa Senhora da Piedade;
    • Quinta da Broa; 
    • Capela do Espírito Santo;
    • Ruinas de São Sebastião
    • Capela de São João Baptista da Ventosa. 
Homenageamos os nossas figuras ilustres, José Saramago, Augusto do Souto Barreiro, Francisco Serrão de Faria e Condes de Azinhaga.

Continua-mos em busca de grandes histórias e acontecimentos e em divulgação da Aldeia Mais Portuguesa do Ribatejo.

Ao longo destes quatro anos já tive-mos quase 50.000 (49.100) visitas, e já começamos a trabalhar num novo projeto, a TV Azinhaga, que pode acompanhar no MEO no número 158138, no blogue, ou  através do site www.tvazinhaga.pt.vu.

Agradecemos a sua presença, porque sem si não seria possível a existência do blogue Azinhaga.

"É estilo do cantador | Quando chega do arraial | Perguntar ao seu amor | Se passou bem ou mal | Oh, meu amor, meu amor | Meu amor, meu ai Jesus | No dia em que te não vejo | Nem a candeia dá luz. | Ausenta-se o jardineiro | Fecha-se a porta ao jardim | Foste o meu primeiro amor | Serás meu até ao fim | Vou cercar a Azinhaga | Com vara e meia de fita: | À porta do meu amor | Há-de ser a mais bonita. | Tu não cantes o Fadinho | Que não sabes cantar: | Tem um requebro no meio | Nem todos o sabem dar. | Tenho trezentas navalhas | Quatrocentos canivetes | Oh, cantadeira afamada | Vé lá bem com quem te metes. | Adeus terra d´Azinhaga | Não es vila nem cidade; | És um cantinho do céu | Onde brilha a mocidade." | " Por isso voltei | E vim para cá | Que nunca me dei | Nas bandas de lá | Vira d´Azinhaga | Teu baile me trouxe | No canto que afaga | Na volta mais doce."