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3 de novembro de 2012

Vizinhos da Rua da Alagoa - Anos 70

Na imagem da esquerda para a direita está a Maria (mulher do António Carrasqueiro e mãe do Joaquim da Guia, condutor da Câmara), Ilda (mulher do Zé Cantoneiro e mãe do Xico Manel), Luísa (mulher do António Ramos e mãe do Augusto Bento Costa), Rosalina (mãe da Natália, casada com o sr. José Simões, residentes, na altura em Lisboa), a seguir está a mãe da Luísa  Lucília e o Sr Manuel Galrinho (Tareco, avós do Zé "Tareco"), 
Em baixo pela mesma ordem a Srª Catarina e a sua mãe Maria "Galega".
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Colaboração fotográfica: Ana Paralta Gonçalves Melrinho
Colaboração de texto: Fernando Pombo
21 de setembro de 2012

Poemas

Hoje começamos um novo tópico com o nome "Poemas" escritos pelas gentes de Azinhaga. Semanalmente todas as 6ª feiras será publicado um novo poema nesta página.
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Aldeia Mais Portuguesa do Ribatejo

Aldeia mais Portuguesa,
A beira tejo nascida,
Tens pintores e tens escritores,
Campinos e lavradores,
Pescadores ganhando a vida.    

Senhora da Piedade,
Não sei qual a tua idade,
Mas da Azinhaga és rainha,
A ti rezo um padre nosso,
Sempre que preciso e posso,
Ao entrar na capelinha,

Linda terra colorida,
Que dás vida á minha vida,
Que dás luz ao meu viver,
Quem me dera terra querida,
Que ao chagar ao fim da vida,
Em teus braços vir morrer,

Dentro de um barco eu vivi,
Pelo tejo fui embalada,
E hoje para lhe agradeçer,
Á noite o tejo vou ver,
Pra lhe dizer...obrigada.
Poema de Odete Lobo
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Veja mais poemas clique aqui

11 de setembro de 2012

Quatro Anos!


Faz hoje 4 anos que começamos a divulgar ao mundo histórias sobre a Azinhaga do Ribatejo e as suas gentes. Ao longo destes quatro anos prestamos especial atenção para a divulgação da cultura Azinhaguense, como:
  • As Festas:
    • Festa do Bodo; 
    • Feira de Maio;
  • As Colectividades:
    • Rancho dos Campinos de Azinhaga; 
    • Banda Filarmónica 1º de Dezembro Azinhaguense;
    • Espetáculos Teatrais; 
    • Futebol
  • O Património:
    • Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição;
    • Capela de São José;
    • Ermida de Nossa Senhora da Piedade;
    • Quinta da Broa; 
    • Capela do Espírito Santo;
    • Ruinas de São Sebastião
    • Capela de São João Baptista da Ventosa. 
Homenageamos os nossas figuras ilustres, José Saramago, Augusto do Souto Barreiro, Francisco Serrão de Faria e Condes de Azinhaga.

Continua-mos em busca de grandes histórias e acontecimentos e em divulgação da Aldeia Mais Portuguesa do Ribatejo.

Ao longo destes quatro anos já tive-mos quase 50.000 (49.100) visitas, e já começamos a trabalhar num novo projeto, a TV Azinhaga, que pode acompanhar no MEO no número 158138, no blogue, ou  através do site www.tvazinhaga.pt.vu.

Agradecemos a sua presença, porque sem si não seria possível a existência do blogue Azinhaga.

"É estilo do cantador | Quando chega do arraial | Perguntar ao seu amor | Se passou bem ou mal | Oh, meu amor, meu amor | Meu amor, meu ai Jesus | No dia em que te não vejo | Nem a candeia dá luz. | Ausenta-se o jardineiro | Fecha-se a porta ao jardim | Foste o meu primeiro amor | Serás meu até ao fim | Vou cercar a Azinhaga | Com vara e meia de fita: | À porta do meu amor | Há-de ser a mais bonita. | Tu não cantes o Fadinho | Que não sabes cantar: | Tem um requebro no meio | Nem todos o sabem dar. | Tenho trezentas navalhas | Quatrocentos canivetes | Oh, cantadeira afamada | Vé lá bem com quem te metes. | Adeus terra d´Azinhaga | Não es vila nem cidade; | És um cantinho do céu | Onde brilha a mocidade." | " Por isso voltei | E vim para cá | Que nunca me dei | Nas bandas de lá | Vira d´Azinhaga | Teu baile me trouxe | No canto que afaga | Na volta mais doce."


8 de agosto de 2012

Rio Almonda: uma história de descargas, protestos e de promessas

“Torres Novas, enquanto concelho, nunca foi bom para o rio Almonda. Tão longe no tempo quanto me é possível apurar, o Almonda foi usado e abusado pelas pelas actividades empresariais aí sediadas”. Quem o diz é Carlos Simões, ex-vereador do PSD na câmara da Golegã, a propósito do actual aspecto do rio em Azinhaga, que vai seco, sem pinga de água.

A história do rio, como o diz o ex-autarca no seu mural do Facebook, começa em 1783, quando foi concedida a licença para instalar a Fábrica das Chitas em Torres Novas, no período da primeira fase de industrialização da vila.

De acordo com a mesma cronologia, data de 1792 o primeiro protesto público, em sessão camarária, dos moradores de Torres Novas contra a poluição do rio Almonda. Dois anos depois da fundação de uma antiga fábrica do papel (1818), a população da vila voltou a demonstrar desagrado com a manutenção da fábrica de curtumes no local onde era a das chitas, devido aos inconvenientes decorrentes dos despejos para o rio. Em 1845 nasce a Companhia Nacional de Fiação e Tecidos de Torres Novas e, já no século XX, em 1941, a câmara municipal de Torres Novas solicitou à Estação Aquícola de Rio Ave o envio de carpas para repovoar o rio Almonda. A resposta foi negativa, por se considerar escusadas tais tentativas devido à poluição da água do rio. A Estação Aquícola considerou ”absolutamente contra-indicado o lançamento de quaisquer peixes no rio Almonda, dado o estado de insalubridade das águas”.
26 de julho de 2012

Rio Almonda Seco na Azinhaga


Rio Almonda encontra-se seco na Azinhaga. 
"Familias inteiras dependeram deste rio...mulheres de cabazes na cabeça, vendiam o maravilhoso peixe que pescavam neste rio... As várias industrias começaram por envenená-lo... e deixaram-no morrer lentamente de forma agonizante... Esta é a desoladora imagem do meu rio (ou do sitio onde existiu um rio)... Almonda...Onde aprendi a nadar, onde a minha avó lavava roupa, onde pesquei pela primeira vez...Agora, nada mais é que um triste leito de morte para os ultimos barcos, que apodrecem na podre vontade humana de deixar morrer um rio." 
Comentário de Carlos M. Cunha no Facebook perante as imagens do Rio Almonda seco na Azinhaga.

Rio Almonda no Programa Biosfera RTP2 2009


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Fotografia Diogo Narciso

13 de julho de 2012

Atuação do rancho dos Campinos de Azinhaga no Festival de Ranchos em Azinhaga


No passado dia 7 de Julho de 2012 a Azinhaga acolheu mais um Festival de Folclore com grande êxito com atuação dos grupos Conjunto Etnográfico de Moldes de Danças e Corais Arouquenses - Arouca; Grupo de Folclore do Melriçal - Soure; Rancho Folclórico de Montargil; Rancho Folclórico "Os Saloios de D. Maria" - Caneças e o Rancho dos Campinos de Azinhaga. Veja no vídeo acima a atuação do Rancho dos Campinos de Azinhaga.
Acompanhe também a TV Azinhaga no MEO clique nesta linha para saber mais.
30 de junho de 2012

Azinhaga no Documentário Aldeias de Portugal na RTP2

Hoje na RTP2 pelas 21 horas o documentário onde serão retratadas as Aldeias de Portugal. Onde vão falar da Aldeia Mais Portuguesa do Ribatejo a Azinhaga.

O que evoluiu e o que permaneceu no Portugal “profundo”, ao longo dos últimos sessenta anos?
Em cruzamentos ritmados, viajamos entre a (suposta) realidade para sempre captada no documentário de António Lopes Ribeiro (de 1938) e o dia-a-dia dessas mesmas aldeias, em pleno século XXI.

Em cada uma das aldeias (re) visitadas, escolhemos detalhes, aspectos particulares e um “grande tema”, que melhor permita evidenciar o que mudou e o que permaneceu. Seguimos, igualmente, a vida de “representantes” das novas e das mais velhas gerações.

Cruzam-se, assim, duas maneiras de olhar diferentes, duas gerações (muito) diferentes: jovens e “velhos”, portugueses/estrangeiros, residentes locais/turistas, etc. São eles que vão viajar por essas outras aldeias e são deles as impressões que queremos registar no nosso filme. Memórias de gente que sempre viveu na sua aldeia e visões de gente que vive na aldeia mas tem uma visão do mundo já marcada pela televisão, Internet e todas as panóplias próprias do século XXI que a ligam a todos os pontos do mundo.

O que evoluiu e o que permaneceu no Portugal “profundo”, ao longo dos últimos sessenta anos? É este o ponto de partida para uma viagem a 3 aldeias finalistas do concurso “A Aldeia Mais Portuguesa”, promovido pelo Secretariado Nacional de Propaganda (SNP), em 1938.
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In - RTP2
21 de junho de 2012

Festival de Folclore em Azinhaga

Festival de Folclore em Azinhaga, organizado pelo Rancho Folclórico dos Campinos de Azinhaga, irá decorrer no próximo dia 7 de julho de 2012 pelas 21h00 o Desfile dos Grupos pelas ruas, (Rua Santa Catarina, Rua do Comboio, Rua Santarena, Largo da Praça e Largo do Miradouro). Pelas 21h30 Inicio das atuação com os grupos: Conjunto Etnográfico de Moldes de Danças e Corais Arouquenses - Arouca; Grupo de Folclore do Melriçal - Soure; Rancho Folclórico de Montargil; Rancho Folclórico "Os Saloios de D. Maria" - Caneças e o Rancho dos Campinos de Azinhaga.
Não perca o belíssimo festival de ranchos em Azinhaga.

15 de junho de 2012

Hospital na Azinhaga 1856


Notícia publicada na Gazeta Médica de Lisboa em 16 de Janeiro de 1856. Nesta publicação se faz relevância à fundação de um hospital na Azinhaga para combater a cólera que então se tinha alastrado a esta zona ribatejana. De realçar a prestação de um "hábil cirurgião" do Pombalinho, de seu nome Eusébio da Silva Barbosa, que foi encarregado de acompanhar diariamente o estado dos doentes infectados por tal moléstia e dos serviços da botica existente nesta povoação para fornecimento de remédios aos doentes internados no hospital.

De referir igualmente os nomes  dos digníssimos instituidores do tão bem vindo hospital! Foram eles, Raphael José da Cunha, João de Sousa Falcão, Manuel da Silva Passos, Barão de Almeirim, Francisco da Silva Falcão, José de Farinha Relvas, Dr Emídio Cândido de Azevedo Vellez, José de Faria, João Simões, António da Silva Branco e mais alguns outros lavradores.

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Colaboração de Texto e Imagem: Manuel Gomes
14 de junho de 2012

Atuação do Rancho dos Campinos de Azinhaga no Santo António, Golegã

No passado domingo dia 10 de Junho de 2012 o Rancho dos Campinos de Azinhaga receberam uma grande chuva de aplausos num grande e belíssimo espetáculo na festa de Santo António na Golegã. Veja ou reveja o momento. Não perca dia 7 de Julho de 2012 o festival de folclore do rancho dos campinos de Azinhaga onde vão participar outros grupos de ranchos convidados para fazer parte do mesmo.
29 de maio de 2012

Ator da Casa da Comédia de Azinhaga brilha na Ascensão.

(Fotografia Armando Correia)
Alvaro Galrinho, um dos atores da Casa da Comédia de Azinhaga, brilhou no espetáculo «Teatro em Revista» ao lado de Rita Ribeiro e um grande elenco da Companhia de Teatro do Ribatejo (CTR), num espetáculo encenado por João Coutinho. Fotografia antes de entrar em cena para o momento de abertura, com Claudia Monteiro, num muito aplaudido "sabe-se lá". Um Ator/cantor cada vez mais em Ascensão.
18 de maio de 2012

Maria de Sousa, A Última Avieira

Aos 87 anos, Maria de Sousa olha o Tejo sem saudade nem queixume. Não se pode ter saudade de uma vida mais feita de dificuldades e sofrimento do que de abundância e alegrias. E não temos de nos queixar da sorte que Deus nos deu, ainda mais indo longa a existência e podendo continuar a trabalhar os dias todos da semana.

A bem dizer, o Tejo é o seu mundo, toda a vida viveu nele. E dele. Nem se imagina sem o grande rio. Faz-lhe falta. Não anda bem se lá não for. Pesca quase diariamente. Sozinha. E faz tudo: constrói as redes, remenda-as, mete-se no barco, rema, lança as redes à água e volta lá mais tarde a recolhê-las, traz o peixe para terra e vende-o a um comprador. Como se tivesse metade da idade que tem.

O marido, Manuel Sequeira da Silva, Servo de alcunha, morreu há 17 anos. Foi nessa altura que Maria de Sousa deixou o Mouchão de São Brás, onde viviam desde que casaram, tinha ela 26 anos, ao tempo que isso já foi…

Pouco antes, as duas velhas barracas que lá havia, a sua e a do cunhado, muito degradadas já, tinham-nas retirado e feito outras de novo para o seu lugar. Mas estava escrito que não havia de se gozar da casa nova, bem melhor que a mais antiga, que até tinha chão de soalho. Como diz o povo, quando a pega faz o ninho, morre a pega. E foi o que aconteceu ao seu homem que há muito tinha problemas de saúde. Maria de Sousa arrancou a barraca, que de nada servia lá, e mudou-se para a Azinhaga onde ainda hoje vive.

17 de maio de 2012

Avieiros de Azinhaga

Voltamos a publicar o documento Avieiros de Azinhaga, agora atualizado com novas informações.

Nómadas do Rio, como os ciganos em terra, tinham vindo da Praia da Vieira e faziam vida à parte: chamavam-lhes avieiros. Nunca ouvira falar de semelhante gente.
Alves Redol, Avieiros, 1967

Tributo aos Avieiros de Azinhaga 

"Mais do que uma realidade que existiu, interessa hoje preitear quem e o que dele resta: os descendentes dos avieiros, que já trocaram as palafitas por casas e para quem a agricultura e outros meios de vida, se substituíram ao Almonda e ao Tejo, que lhes foram única fonte de sustente. Mas, sobretudo, ao Município da Golegã interessa homenagear os seus bisavós, avós e país, que subiram o rio na procura da subsistência que o mar da Vieira de Leira, revolto e pouco generoso no inverno, insistia em lhes negar, levando-os assim a substituir a arte xávega da sardinha pela arte varina do sável.
Os Fernandes (Lobo), os Narciso e os Petinga (Jaqueta), humildes, trabalhadores e discretos, migraram para a Azinhaga, na primeira metade do séc. XX, formando uma comunidade de caraterísticas muito próprias, expressão de uma cultura e de uma tradição, sedimentadas ao longo de gerações, que sobreviveu na borda d´água ribatejana, entre mouchões, chaboucos, salgueiros, freixos, chorões e choupos, olhando ao longe a charneca e o bairro.
As “bateiras” os seus “vertedoiros” e “fateixas”, as “rabeiras”, o “saimão”, o “calão”, o “sabogalho” e a “narsa” esvanecem-se, mais a recordação daqueles que os utilizaram no dia-a-dia, numa faina dura e agreste, queremos que perdure no tempo e na memória dos homens, honrando assim esta digna gente, que contribuiu para a atual identidade da freguesia de Azinhaga e do nosso Concelho.”
José Veiga Maltez
Presidente da Câmara Municipal da Golegã
Responsável pelo Pelouro da Cultura
In Monumento de Homenagem aos Avieiros de Azinhaga
26 de Maio de 2007

Maria e Elisa de Sousa Fernandes (Lobo), regressando da venda. Se junto ao Atlântico, na Vieira de Leiria, eram os compradores que se dirigiam ás lotas improvisadas na praia, na Azinhaga, enfim, na lezíria ribatejana, era a avieira que tinha de transportar o peixe para os mercados da região, ou mesmo na venda porta a porta, garantindo que a pesca não se fizera em vão.

O vestuário dos avieiros, respresentava uma memória da vida na praia da Vieira. De pequeno chapéu preto redondo, donde pende o lenço, blusa de manga com padrão ramagens coloridas, mais ao menos engalanada de fitas rendinha e outros enfeites e o avental. Palmira Toito e Maria de Sousa Fernandes (Lobo).
14 de maio de 2012

Rancho dos Campinos de Azinhaga

Em Dezembro de 1951, representantes da Junta da Província do Ribatejo e do instituto Nacional do Trabalho, de Santarém, contactaram, em Lisboa, A.S.B. para organizar, em Azinhaga, um conjunto de folclore que representasse o Ribatejo no documentário "Tejo, Estrada que Anda" que a "NODO", de Espanha, rodava a partir da nascente, na serra de Albarracim, até à sua foz.
 
A Província possuía um valioso património artístico e monumental, uma vida agrícola fértil e próspera, uma etnografia em fase de extinção, mas, mesmo assim, farta.
 
Perdera, no entanto, a singularidade ímpar do seu folclore que se limitava, de longe em longe, a um outro pobre e infeliz apontamento.

Por tudo isto, foi o convite dirigido às gentes de Azinhaga, por aquelas entidades, ainda recordadas quão honradamente haviam representado o Ribatejo, em 1938, no "Concurso da Aldeia Mais Portuguesa de Portugal".

Para o que fora proposto, A.S.B. contactou Francisco Castelo, então presidente da Casa do Povo local, no sentido do Organismo se associar na formação do grupo, o que desde logo, foi aceite com entusiasmo.

Como as filmagens estivessem para breve, levou-se todo o mês de Janeiro de 1952 em recolhas possíveis, e em ensaios constantes, aos quais deu a sua preciosa colaboração mestre Francisco Valério que, apesar da sua idade, continuava a ser um extraordinário bailador.

Em meados de Fevereiro seguinte, a equipa cinematográfica espanhola, chefiada pelo realizador Juan Manuel-de la Chica Pallin, vem a Azinhaga para filmar a atuação do conjunto, que não rancho por razões óbvias para quem sabe um poucachinho de folclore.

Locais escolhidos na freguesia, acontece que, viajando de Santarém, encontraram a alverca de Fernão Leite, no Pombalinho, que, à época, era um lindura, com as suas águas mansas, a sua lezíria, as suas árvores frondosas, a sua velha ponte de madeira com guardas de bonito ferro forjado. (E porque não recuperá-la?). Encantados, escolheram-na para cenário das filmagens. Só que o pessoal do grupo, dando voz ao seu bairrismo costumado, negou deslocar-se. Que sítios com interesse também havia na sua freguesia... Enfim, as discussões habituais que não conduzem a lado nenhum. Até que os espanhóis, olhando a ruralidade típica da aldeia, valiosa para ótimas imagens, repentistas propuseram: se as pessoas aceitassem ir, naquele dia, dançar à Alverca de Fernão Leite, eles, espanhóis, garantiram vir propositadamente filmar o conjunto, no enquadramento singular da sua terra. 
30 de abril de 2012

CM Golegã, Recupera a Capela São João Batista da Ventosa

(Vídeo de Carlos Paula Simões)

A Capela de São João Baptista da Ventosa foi reconstruída sobre a Igreja do mesmo nome devastada com o terramoto de 1755. Propriedade da família Zuzarte que aqui teve o seu solar e cujas ruínas se encontram perto. Foi agregada em 17 de Abril de 1517 à Sacrossanta Basílica Papal Lateranense de Roma. 
O pórtico de relevo manuelino é encimado pelas armas dos Juzarte e sobre este um escudo com a tiara papal e a legenda “IGR FILIAL DE S: JOÃO DE LATRÃO. A esta filiação, que lhe dava o raro privilégio de depender do Bispo de Roma em substituição do Bispo da Diocese, estavam associadas várias indulgências para quem a visitasse sob determinadas condições, em dias específicos, tendo também o Papa privilegiado o seu Altar na celebração de missas por alma dos fiéis. O seu proprietário tinha assento permanente em São João de Latrão. É propriedade dos seus descendentes nos marqueses de Rio Maior e condes da Azinhaga.
17 de abril de 2012

Ultima Representação do Espetáculo «Cabaret»

O espectáculo Cabaret criado pela Casa da Comédia de Azinhaga, com encenação de João Coutinho, vai ter a sua ultima representação no dia 27 de Abril de 2012 pelas 21h30, dado que dentro de pouco tempo a sala vai sofrer alterações para o novo espetáculo. Depois de cerca de vinte representações já efectuadas. Não perca a ultima oportunidades de se despedir deste espetáculo de de música, dança, cor e riso. Reserve já o seu bilhete na Junta de Freguesia de Azinhaga.
Veja também mais imagens deste que tem sido um espetáculo de grande êxito, para isso clique nesta linha.
5 de abril de 2012

Espetáculo «Cabaret»

O espectáculo Cabaret criado pela Casa da Comédia de Azinhaga, com encenação de João Coutinho, está de volta dia 14 de Abril de 2012 para mais uma representação sendo das ultimas, dado que dentro de pouco tempo a sala vai sofrer alterações para o novo espetáculo. Depois de cerca de vinte representações já efectuadas. Não perca uma das ultimas oportunidades de se despedir deste espetáculo. Reserve já o seu bilhete na Junta de Freguesia de Azinhaga.
17 de março de 2012

Faleceu Augusto do Souto Barreiros

Faleceu Augusto do Souto Barreiros, de seu nome completo, Augusto Manuel Serrão de Faria do Souto Barreiros, nasceu na Azinhaga, concelho da Golegã, em Março de 1922.

Augusto do Souto Barreiros que completara este mês 90 anos, estava a morar no lar da Golegã, a algum tempo, o seu filho que é médico, viu que ele estava muito debilitado e levou para um hospital de Lisboa onde acabou por falecer esta noite. O Funeral realiza-se amanhã (Domingo) pelas 10 horas no cemitério da Azinhaga.

Contemporâneo de José Saramago, iniciou-se muito novo na actividade literária, escrevendo para o teatro amador. Publicou igualmente poesia e contos e foi por isso sócio da extinta Sociedade Portuguesa de Escritores e mais recentemente, da Associação Portuguesa de Escritores e da Sociedade Portuguesa de Autores. 

A Editorial ADASTRO e a Livraria FERIN, os jornais "Diário Popular ", "Diário Ilustrado", "Diário de Notícias", "O Século", e "Comércio do Porto", e as Revistas FLAMA e VIDA RURAL, deram à estampa uma vasta obra que inclui a ode às gentes azinhaguenses, "Azinhaga, Livro de Horas", além de outros títulos publicados.

Em 1948 e 1950, Augusto do Souto Barreiros escreve as operetas ligeiras, em dois actos e oito quadros, "Sol das Lezírias" e "A Flor dos Campos" que, musicadas por José dos Reis  bateram recordes de apresentações, conseguindo êxitos memoráveis, entre os quais se contam dois espectáculos, de cada uma, no "Cine-Teatro D. Elisa Bonacho", da Golegã, com lotações sempre esgotadas.
9 de março de 2012

Incêndio em Azinhaga não foi provocado por libertação de nafta

O incêndio que deflagrou no dia 5 de Março a partir das duas da tarde em Azinhaga, no concelho da Golegã, não ocorreu nas instalações da antiga fábrica de transformação de tomate, nem foi provocado por qualquer derrame de nafta ali ocorrido, ao contrário do que noticiou a agência Lusa.

Segundo informações de um leitor de O MIRANTE, Carlos Santos e do Presidente da Junta de Freguesia, Vítor Guia, o incêndio aconteceu a cerca de trezentos metros da antiga unidade industrial que se encontra ao abandono e foi provocado por uma pequena queimada feita por um agricultor, junto à margem do rio Almonda.

O fogo danificou cerca de 4 metros de tubo em PVC corrogado, do esgoto pluvial, tendo originado a saída de fumo escuro pelas sarjetas devido ao efeito de chaminé, uma vez que o tubo de descarga se encontra a uma cota muito inferior á das sarjetas.
7 de março de 2012

TV Azinhaga

Agora com o novo serviço da MEO pode assistir ao novo canal TV Azinhaga, para isso clique no botão verde do seu comando MEO e marque o numero 158138. Neste canal estão disponíveis vários vídeos das Festas, Desporto, Desfiles, etc, realizados na Azinhaga. Pode ver todos esses vídeos disponíveis, para isso basta carregar no botão "i" onde depois pode ir a programação e escolher o programa que quer ver!
 Também pode partilhar connosco alguns vídeos, clique aqui e envie!
Fique atento ao nosso separador TV Azinhaga lá serão divulgadas todas as novidades que estarão disponíveis no canal!
11 de fevereiro de 2012

Azinhaga Atlético Clube 2001

Azinhaga Atlético Clube e Grupo Desportivo Mimosos do Carregado, fotografia tirada no jogo de 1 de Julho 2001 onde a Azinhaga ganhou 5-1. Na Imagem da esquerda para a direita só os da Azinhaga, de pé: Carlos Hermínio, António Carlos (Dinis), José Gomes (Massagista), Carlos Canhoto, Mabilio Feijão, António Pires Cardoso (Pêra), Bruno Feijão, Mário Feijão, Rui neves, Carlos Santos. Agachados: Rodrigues, Carreis, Vitinho, António Maltez (Pepe), José Augusto, Joaquim Silva (Pescada), João (china). Publicamos só os nomes dos jogadores da Azinhaga Atlético Clube porque não tivemos conhecimento dos nomes da equipa do Desportivo Mimosos do Carregado.
8 de fevereiro de 2012

Estradas do campo fechadas para travar roubos

Autarquia da Golegã instala medida inédita
A medida é inédita e talvez mesmo insólita. 
Mas é caso para dizer que para grandes males, grandes remédios.
Na Golegã, com base numa deliberação da autarquia, as estradas dos campos passam a ser encerradas durante a noite e madrugada. Tudo por causa dos roubos nos campos.
Assim, 50 quilómetros de estradas passam a ter o trânsito proibido durante as horas em que os assaltos têm sido mais frequentes.


A Câmara Municipal da Golegã informa que por deliberação do Executivo Municipal, a partir de 2ª feira, dia 13 de Fevereiro, determinadas Estradas e Caminhos Agrícolas Municipais, terão horário condicionado entre as 19h e as 07h, para evitar acções de roubo e vandalismo, de que vêm sendo alvo as propriedades agrícolas.


10 de janeiro de 2012

Dia 13 de Janeiro 2012, «Azinhaga, Rio da Lezíria»

A Casa da Comédia volta a apresentar o espetáculo «Azinhaga Rio da Lezíria» numa encenação de João Coutinho, na próxima sexta feira, dia 13 Janeiro 2012, pelas 21H30, no centro comunitário da Misericórdia. Os bilhetes para este espetáculo estão à venda na Junta de Freguesia de Azinhaga. Não perca mais uma representação sobre as memórias da Azinhaga, que está a cativar o público.
3 de janeiro de 2012

Teatro do Semideiro em Azinhaga

O Teatro do Semideiro, com encenação de João Coutinho, vai apresentar o divertido espetáculo «Passa Por Mim No Semideiro» no dia 8 de Janeiro 2012 pelas 16h no edifício da Santa Casa da Misericórdia. Vamos apoiar esta primeira deslocação dum grupo de jovens residentes numa pequena Aldeia, demonstrando o nosso apoio. Bilhetes há venda na Junta de Freguesia de Azinhaga.