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16 de agosto de 2010

Fábrica Santa Terezinha, Azinhaga




Antiga Fábrica do Bagaço de Azinhaga, fechou antes de a antiga fábrica da SIC (Sociedade Industrial de Concentrados) abrir, que já fechou há mais 20 Anos.

"...A sua matéria prima era o bagaço da azeitona que vinha directamente dos lagares de azeite,aqui a esse mesmo bagaço e por meio de pressão de vapor era-lhe extraído óleo para produção de sabão e para outros fins.O bagaço depois de lhe ser extraído o referido óleo servia para alimentar a caldeira onde era produzido vapor necessário para a laboração da fábrica...." IN - coment. - C. Lopes 








Agora encontra-se como as imagens nos mostra, tornando-se perigoso para as pessoas que circulam pela Rua da Santarena (imagem 1) e pela Rua 25 de Abril (imagem 2), o que deverão fazer para a segurança de todos? Já se torna muito perigoso!

                               Rua Santarena (Imagem 1)                Rua 25 de Abril (Imagem 2)

Opinião de um nosso leitor "...era ver se havia algo verdadeiramente histórico para recuperar e mandar o resto abaixo! Está feio e começa a tornar-se perigoso manter aquele "mamarracho" no meio da aldeia." Coment. Dimitrov

 

As Escadinhas

As Escadinhas
As Escadinhas, encontram-se ao abandono, quem as salvará?


É essa a pergunta a que o nosso colaborador, Carlos Lopes,  faz, "Escadinhas sempre as conheci com este nome e muito bem cuidadas, hoje encontram-se como a foto nos mostra, compreendo que a natureza é a grande responsável. Mas também sei que há uma autarquia e uma direcção dos Serviços Hidráulicos ou D.H.T. Qual destas Instituições deve cuidar da limpeza das Escadinhas? lembrem-se senhores responsáveis! As escadinhas estão junto a uma Ruína Histórica, as pessoas que a visitam encontram uma autentica lixeira que contrasta com toda a limpeza da Aldeia." - Carlos Lopes

Já conhecemos um projecto de Renovação das margem do Rio Almonda, mas quando é que esse projecto se fica realizado? Com essa renovação a Azinhaga ficava mais alegre, mais limpa e com um bom espaço para passar o dia! Veja o video em baixo.


Se este projecto se realizar a Azinhaga ficava muito melhor!
7 de agosto de 2010

Festa do Bodo 2011

FESTA DO BODO 2011

FESTA DO DIVINO ESPÍRITO SANTO 2011


A Festa do Divino Espírito Santo, também chamada a Festa do Bodo, realizava-se, em Azinhaga, desde tempos remotos, havendo já em 1569 referências documentadas acerca deste evento.

Inspirada no culto do Espírito Santo, introduzido em Portugal pela Rainha Santa Isabel, tinha um carácter quase singular. A estes festejos só se assemelham as celebrações de Tomar e dos Açores. E se é a característica religiosa que traçava o comum dos festejos nestas três localidade, é a vertente popular e profana que as distinguia. Na Azinhaga as festividades brilhavam essencialmente nos seus aspectos recreativos, onde touros e cavalos tinham lugar cativo.

De religioso, a festa dedicava-se á devoção do Espírito Santo; de popular, a festa dedicava-se às necessidades do corpo e do gáudio.

"Festa do Bodo" significa dádiva de alimentos aos pobres. Durante os primeiros dias da festa, era recolhido o pão das casas mais abastadas, que depois de benzido era distribuído pelos rnais necessitadas. E como " não só de pão vive o homem", era este já acompanhado de carne e vinho. Mordomos e meio - mordomos recebiam igualmente o seu quinhão como reconhecimento da sua benévola contribuição.
Tem a Festa do Divino Espírito Santo - Festa do Bodo raízes bem fortes na memória do colectivo Azinhaguense e, no entanto, durante este século, só por cinco vezes se realizou.

2 de agosto de 2010

Museu do Avieiro suspenso

A cultura avieira tem alguns memoriais na Azinhaga. Falta a interpretação.

Ao abrigo dos Programas de Valorização Económica de Recursos Endógenos (PROVERE), uma iniciativa do QREN, a câmara da Golegã, juntamente com outros seis municípios, tinha previsto dinamizar um Museu do Avieiro e Borda d’Água na Azinhaga.
A candidatura teria de ser apresentada entretanto para beneficiar de apoios comunitários, mas a câmara da Golegã decidiu suspender o processo devido à redução de transferência de verbas do Estado para as autarquias ao abrigo do PEC. “Temos de ser mais selectivos e mais rigorosos no investimento”, admitiu o vice-presidente Rui Medina. N.M

IN - Jornal, O Riachense